Olá. Sou Ana Paula, o rosto por trás da CAELUM.
A marca nasceu em um momento em que a vida precisou ser entregue.

Um momento marcado pela despedida precoce de um bebê, pela dor silenciosa e pela busca de sentido em meio ao que eu não conseguia explicar. 

Foi ali, quando o tempo pareceu parar, que compreendemos que algumas ausências não significam fim, significam transformação.

Há amores que não se apagam, apenas mudam de lugar. Eles deixam de ser presença física e se tornam luz.

Foi desse entendimento que surgiu o nome Caelum.

Do latim, Caelum significa céu.

Não apenas o céu que se vê, mas o céu como símbolo do eterno, do sagrado, do lugar onde tudo o que é amor permanece.

O céu como morada daquilo que não morre.

Caelum representa o ponto de encontro entre céu e terra, entre o visível e o invisível.

É a tradução de um amor que continua existindo, agora em outra forma: mais sutil, mais profunda, mais luminosa.

Cada vela Caelum nasce com esse propósito: ser um elo. Um respiro.

Uma chama que lembra que a luz permanece, mesmo quando o caminho passa pela escuridão.

Aqui, a vela não é apenas objeto. Ela é presença. É um gesto de cuidado.

É uma oração silenciosa em forma de chama e perfume.

Quando uma vela Caelum é acesa, não se trata apenas de iluminar um ambiente, trata-se de criar um espaço de acolhimento, onde a alma pode descansar, lembrar, sentir

e seguir.

A marca foi ressignificada para carregar aquilo que não pode ser perdido:

o amor, a fé, a esperança e a certeza de que nada que é verdadeiro se apaga.